Rio inaugura área de treinamento para ciclistas de competição na Zona Portuária

Percurso Marcos Hama tem 11 quilômetros de extensão e estará disponível para treinos aos domingos e feriados, das 6h às 8h.

A Prefeitura do Rio inaugurou, neste domingo (1), a Área de Proteção ao Ciclismo de Competição (APCC) na Zona Portuária. Chamado de Percurso Marcos Hama, o trajeto tem 11 quilômetros de extensão e está disponível para treinos aos domingos e feriados, das 6h às 8h. A área reservada compreende a Avenida Alfred Agache, o Túnel Prefeito Marcello Alencar e a Avenida Rodrigues Alves.

Esta é a 3ª APCC do Rio – as outras são o circuito Pedro Nikolay, com sete quilômetros, no Aterro do Flamengo, Zona Sul, e o circuito Guilherme Paiva, com oito quilômetros, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste. Somadas, as três áreas de proteção têm 26 quilômetros dedicados ao treinamento de ciclistas.

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Nos domingos e feriados, haverá o bloqueio de vias das 5h30 às 8h30 para montagem e desmontagem das estruturas de apoio:

  • Avenida General Justo (pista sentido Túnel Prefeito Marcello Alencar) a partir do Trevo Estudante Edson Luís de Lima Souto;
  • Avenida Alfred Agache em ambos os sentidos;
  • Túnel Prefeito Marcello Alencar em ambos os sentidos;
  • Avenida Rodrigues Alves em ambos os sentidos, entre o Túnel Prefeito Marcello Allencar e o acesso a Via B4, nas proximidades da Rodoviária Novo Rio.

Direção Avenida Brasil

Motoristas poderão utilizar Avenida Presidente Antônio Carlos, Rua Primeiro de Março, Túnel Rio 450 e Via Binário do Porto.

Direção Zona Sul

Desvio será feito utilizando a Via B4 e a Via Binário do Porto.

Homenagem

O nome do circuito é uma homenagem a Marcos Hama, ciclista e triatleta que se acidentou na Rodovia Rio-Magé em 2011, quando treinava para o Iron Man, uma das principais competições do circuito mundial do triatlo – ele se chocou com a traseira de um ônibus que parou de repente na pista para pegar passageiros.

Hama bateu com a cabeça no ônibus, o que causou lesões graves na coluna vertebral e o deixou paraplégico. Em seguida, o atleta apresentou sintomas da Síndrome de Guillain Barré, distúrbio em que o sistema imunológico do próprio corpo ataca os nervos que conectam o cérebro a outras partes do corpo. Como consequência, seu quadro se agravou e ele ficou tetraplégico.

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