Reforma da UPA Cascatinha, em Petrópolis, tem início

Tiveram início, nesta quinta-feira (24), as obras de reforma da Unidade de Pronto Atendimento de Cascatinha, a UPA Vermelha, que teve um princípio de incêndio no dia 17 de agosto. Na ocasião, a unidade abrigava 20 leitos destinados a pacientes com covid-19.

De acordo com a Prefeitura, o SEHAC concluiu o processo licitatório na semana passada, conforme regulamento interno. A empresa de engenharia vencedora do processo fará a substituição de toda a rede elétrica interna da unidade. Toda a documentação legal da empresa já foi entregue à prefeitura e o contrato já foi assinado. O SEHAC também vai abrir processo licitatório para a compra de todos os novos aparelhos de ar-condicionado da UPA Cascatinha.
As equipes começaram a mobilização do trabalho desmontando as partes afetadas pelo fogo e limpando o local para a entrada da nova rede elétrica. A previsão contratual de duração do trabalho é para 60 dias corridos, com grande possibilidade de término em menos tempo, segundo a Secretaria de Saúde.
No incêndio, com início em um dos aparelhos de ar-condicionado e combatido pelos próprios funcionários treinados da unidade, nenhum equipamento foi perdido. Na obra será refeita toda a rede elétrica da unidade. Segundo o prefeito Bernardo Rossi, o objetivo inicial é de que a UPA Cascatinha volte a funcionar com todos os atendimentos que eram realizados antes da pandemia. O prefeito também deixa claro que, em caso de crescimento no número de internações em leitos de UTI, a unidade pode novamente voltar seus atendimentos aos pacientes da COVID-19. Vale dizer que as causas do incêndio não foram criminosas e, ainda, que não houve sobrecarga no sistema elétrico da unidade.

Temporariamente, a cidade deixa de operar com 20 leitos específicos aos pacientes da covid-19 devido ao incêndio. Porém, o município ressalta que não sofreu impacto sobre o atendimento devido às vagas disponíveis em outras unidades de saúde e graças à baixa ocupação.

– Temos, hoje, 101 leitos de UTI exclusivos ao atendimento e internação de pacientes infectados pela COVID-19. Vale dizer, também, que a quantidade de leitos não interfere no processo de flexibilização. Nossa atenção é voltada à quantidade de pessoas internadas nas Unidades de Terapia Intensiva, hoje em 29.2% – afirma em nota a Prefeitura.

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