Grupo de elite do sistema prisional do Rio é acionado após presas colocarem fogo em colchões

Agentes do GIT chegam à unidade prisional Foto: Reprodução de vídeo

Agentes do Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) do Rio foram acionados no início da tarde desta terça-feira após presas do Instituto Penal Santo Expedido, em Bangu, na Zona Oeste, colocarem fogos em colchões na unidade.

De acordo com informações da assessoria de imprensa da Seap, o tumulto foi rapidamente controlado e as 26 detentas que iniciaram a confusão foram encaminhadas para a delegacia. O caso está sendo registrado na 35ª DP (Campo Grande), central de flagrantes da região. Ainda segundo a Seap, ninguém ficou ferido e a situação já foi normalizada. Além de responderem criminalmente, as presas ainda sofrerão sanções disciplinares.

O Santo Expedito, que era uma unidade para menores infratores, foi transformado em presídio para mulheres há um mês. O local passou a abrigar detentas do presídio Nelson Hungria, no Complexo de Gericinó, que passou a ser uma cadeia para homens.

O antigo Educandário Santo Expedito foi interditado em julho do ano passado, após decisão da juíza Lucia Glioche. O educandário funcionava há 21 anos de forma provisória e era a maior das unidades para menores infratores no Rio. Além da superlotação, um dos fatores que levaram à interdição foi a proximidade com os presídios para maiores de idade. A unidade é vizinha ao Complexo de Gericinó. O embate judicial para fechar o educandário já durava mais de dez anos.

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