Fase de grupos da Copa América: veja os melhores e piores

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ESQUEMA: 4-3-3

GOLEIRO – FARIÑEZ (Venezuela)

O jovem goleiro da Venezuela é um dos responsáveis pela boa performance da defesa da Vinotinto, que sofreu apenas um gol na competição até agora e passou incólume contra o Brasil.

LATERAL-DIREITO: DANIEL ALVES (Brasil)

Aos 36 anos, é o quarto jogador mais velho de toda a competição, mas continua com vigor na frente e atrás. Ainda bota medo nos rivais sempre que avança pela direita. Fez um dos gols mais belos do torneio, no 5 a 0 contra o Peru.

ZAGUEIRO: GIMÉNEZ (Uruguai)

Autor de um gol contra o Japão, Giménez mostrou sua força pelo alto tanto na defesa quanto no ataque. Foi o líder de desarmes do Uruguai nos jogos contra Equador e Chile.

ZAGUEIRO: DAVINSON SÁNCHEZ (Colômbia)

Além do Brasil, a Colômbia é a única equipe que ainda não sofreu gols na Copa América, e Davinson Sánchez tem grande influência nisso. Tira tudo que vem do alto e tem velocidade para o desarme por baixo.

LATERAL-ESQUERDO: TESILLO (Colômbia)

Autor da assistência para o gol de Zapata no segundo gol contra a Argentina, Tesillo jogou o primeiro e o último jogos da Colômbia. Sempre incisivo no lado esquerdo ao lado de James Rodríguez.

VOLANTE: ARTHUR (Brasil)

Acertou 101 de 102 passes tentados contra a Venezuela e 64 de 66 contra o Peru. É o grande responsável por desafogar o jogo da Seleção e merece estar aqui.

VOLANTE: ARÁNGUIZ (Chile)

Deu três assistências até agora, e participou da jogada de outro gol do Chile. Comanda o meio-campo da Roja ao lado de Vidal, que foi poupado na derrota para o Uruguai.

MEIA: JAMES RODRÍGUEZ (Colômbia)

Merece estar aqui só pelo lançamento no lance do primeiro gol contra a Argentina e por aquela assistência de trivela para Zapata na vitória contra o Catar.

ATACANTE: EVERTON (Brasil)

O que dizer do novo xodó da torcida brasileira? Cebolinha fez dois gols, aprontou um salseiro pela esquerda nos dois jogos em que saiu do banco de reservas e quando foi titular contra o Peru.

ATACANTE: (C) CAVANI (Uruguai)

É o nosso capitão. Fez um golaço contra o Equador e decidiu diante do Chile com um gol de centroavante, uma cabeçada de rara técnica. Que jogador!

ATACANTE: ZAPATA (Colômbia)

Olho nele! Zapata não deixou Cristiano Ronaldo para trás no Campeonato Italiano por sorte. Fez dois gols para a Colômbia e ganhou vaga no time titular.

TÉCNICO: CARLOS QUEIROZ (Colômbia)

Comanda a equipe de melhor campanha até aqui. Venceu a Argentina de Messi e o Paraguai com o time reserva. Não sofreu gols e administra um dos melhores elencos da Copa América.

Montamos SELEGALÁTICA, com Cavani de capitão, e SELEBABA, com representante brasileiro, da fase de grupos.

ESQUEMA: 4-3-3

GOLEIRO: GALLESE (Peru)

A estreia segura do goleiro peruano acabou apagada pela goleada sofrida para o Brasil. Não só por levar cinco, mas pela falha grave no gol de Firmino, Gallese é o dono das luvas da SeleBaba.

LATERAL-DIREITO: ADVÍNCULA (Peru)

Vai para as quartas enfrentar o Uruguai com Everton na cabeça. Tomou um baile do Cebolinha e só deu pancada. Limitações clara no decorrer da fase de grupos.

ZAGUEIRO: MINA (Equador)

Estreia com gol contra, banco de reservas e despedida com mais uma atuação irregular. Mina veio e já deve querer esquecer da Copa América no Brasil.

ZAGUEIRO: OTAMENDI (Argentina)

Tem duas “convocações” para a SeleBaba. Então, nada mais do que justo o posto entre os piores da fase de grupos. Na Copa América, excesso de pancada e pouco futebol.

LATERAL-ESQUERDO: QUINTERO (Equador)

Duas cotoveladas e uma expulsão infantil logo na estreia. Nada mais é preciso escrever para justificar o lugar por aqui.

VOLANTE: DE PAUL (Argentina)

Até aqui completamente inoperante na seleção argentina. Contra a Colômbia, perdido. No empate com o Paraguai, lento desde os primeiros minutos. Difícil entender o que faz ali.

MEIA: ANTONIO VALENCIA (Equador)

Principal nome da seleção equatoriana, veio a passeio. Apático na estreia, ganhou o banco de reservas nos dois jogos seguintes como premiação. Entrou, mas quase não foi notado.

MEIA: CUEVA (Peru)

Adaptado ao Brasil, esperava-se um Cueva ativo na Copa América. Tirando uma assistência para Guerrero contra a Bolívia (de qualidade, inclusive), foi mal. Errou muito mais do que acertou.

ATACANTE: (C) DI MARÍA (Argentina)

Complicado tentar explicar onde Di María escondeu seu futebol. De dar sono a primeira fase do jogador do Paris Saint-Germain. Toma a faixa!

ATACANTE: DAVID NERES (Brasil)

Expectativa alta, entrega nem tanto. Começou titular, fez muito pouco e viu Everton pedir passagem. Tem bola para ser importante no mata-mata, mas precisa evoluir.

ATACANTE: ÓSCAR CARDOZO (Paraguai)

Precisou de três minutos para balançar a rede no Maracanã. Copa América parece ter acabado ali. Mais dois jogos e nada, mesmo contra os reservas da Colômbia.

TÉCNICO: LIONEL SCALONI

Hernán Gomez, treinador do Equador, que agradeça a Scaloni. Só por causa do argentino ele não está aqui. Com material humano de sobra, Scaloni conseguiu assustar até o mais otimista hermano. Avançou porque era quase impossível não passar.

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