Fãs e família dão adeus a Catra no Centro do RJ

Durante o velório do cantor Mr. Catra no Rio de Janeiro, que começou na noite de segunda-feira (10), parentes e amigos prestavam suas últimas homenagens.

Para o filho mais velho, Alan Pedro Domingues Soares Cardoso, Catra era mais que um pai. Era o seu melhor amigo.

“Uma perda. Luto eterno. Uma pessoa maravilhosa. Sempre foi de ajudar, sempre foi companheiro, um paizão, melhor amigo. Não estou nem acreditando ainda. Ainda não caiu a ficha”, lamentou Alan Pedro, de 27 anos.

O funkeiro, cujo nome era Wagner Domingues Costa, morreu aos 49 anos às 15h20 de domingo (9) vítima de falência múltipla de órgãos em decorrência de um câncer no estômago. Ele deixou três esposas e 32 filhos.

O corpo do cantor chegou no Teatro João Caetano, Centro do Rio, por volta das 21h15 de segunda-feira para a segunda parte do velório. Pela manhã, o músico foi velado em Guarulhos, na Grande São Paulo, e seguiu por volta de 14h para o Rio.

Sílvia Regina, estava casada com o cantor há 20 anos. Ela diz que aprendeu com Catra a ter fé, a ter calma e acreditar que tudo vai dar certo.

“Ele era um cara muito inteligente. A cabeça dele sempre ia além. Ele falava: ‘calma, filha, isso vai passar. Não se desespera agora, senta, respira, conta até 10’. E eu aprendi”, disse a viúva de Catra.

O sepultamento de Mr. Catra será realizado às 10h desta terça (11) no Cemitério Jardim da Saudade-Sulacap,na Zona Oeste do Rio.

Catra ajudou a reformar igreja

Amigos de Catra há 7 anos, o pastor Hélio Bento Barbosa, de 57 anos, contou que conheceu o cantor através de sua esposa Silvia, que frequentava a igreja Assembleia de Deus, quando moravam em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio.

O pastor disse que fazia oração semanalmente na casa de Catra e virou um grande amigo da família. Em uma das idas à casa do funkeiro, Catra soube que estavam fazendo uma obra na igreja e perguntou o que o pastor precisava. O funkeiro enviou praticamente todo o material para a reforma.

“Uma pessoa carinhosa, um ajudados. O que estivesse no alcance dele para ele ajudar ele ajudava. Eu tinha um carinho muito grande por ele. Ele cumpriu a missão dele aqui”, contou o pastor Hélio Bento Barbosa.

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