Bolsonaro ‘mantém estabilidade clínica e não apresenta complicações’, diz boletim médico

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, ‘mantém estabilidade clínica e não apresenta complicações’, segundo informou boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, na manhã deste sábado (15).

Bolsonaro está internado no Einstein desde o último sábado (9), um dia após ele sofrer ataque com facada no abdômen durante ato de campanha e passar por cirurgia em Juiz de Fora (MG).

Segundo o boletim, o candidato permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do centro médico, onde “encontra-se afebril e sem outros sinais de infecção. Evolui sem dor, recebendo as medidas de prevenção de trombose venosa.”

“Hoje prosseguirá com sessões de fisioterapia, incluindo exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular”, termina o comunicado divulgado neste sábado.

Fisioterapia

Na noite de sexta-feira (14), outro boletim divulgado pelo hospital informou que o candidato fez fisioterapia e caminhou pelo quarto sem apresentar dor.

Ainda na manhã de sexta, o centro médico também havia informado que as condições clínicas de Bolsonaro eram “estáveis e sem complicações” e que a alimentação dele está sendo na veia.

Cirurgia de quarta-feira

Na noite de quarta (12), o presidenciável foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar uma obstrução no intestino delgado (veja como foi e assista ao vídeo). O procedimento durou duas horas e, segundo os médicos, foi bem-sucedido.

Na noite de quarta, o hospital Albert Einstein informou que Bolsonaro teve “distensão abdominal progressiva e náuseas”, e precisou passar por uma tomografia no abdômen. O exame identificou presença de aderência obstruindo o intestino delgado. Segundo o hospital, a solução do problema era cirúrgica.

Em uma das três perfurações sofridas no intestino delgado, formou-se uma fístula, um pequeno orifício, que provocou inflamação e gerou o quadro de aderência, que é uma obstrução intestinal.

De acordo com médicos especialistas, a aderência (ou a união de dois tecidos do corpo) ocorreu em decorrência da cicatrização interna em áreas que sofreram incisão cirúrgica, no caso, o procedimento realizado logo após a facada.

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