Ações da Juventus vão do recorde à queda livre após eliminação

As ações da Juventus de Turim operavam em queda de 17,66% nesta quarta-feira na Bolsa de Milão, um dia após a eliminação do clube nas quartas de final da Liga dos Campeões, com derrota de virada em casa por 2 a 1 para o Ajax. Às 7h30 local (4h30 de Brasília), os papéis do clube eram negociado a € 1,3895 (cerca de R$ 6,14). No início da sessão, o declínio chegou a 21,8%.

A equipe italiana contratou em 2018 o português Cristiano Ronaldo com o objetivo de conquistar a Liga dos Campeões, após derrotas nas finais de 2015 para o Barcelona e de 2017 para o Real Madrid. A chegada do craque ao clube provocou uma forte alta das ações da Juve.

Na segunda-feira, véspera do jogo contra o Ajax, o papel do clube italiano estabeleceu um novo recorde, fechando a € 1,706 (R$ 7,53). A Juventus passou a ter cotação na Bolsa em 2001. Durante anos, a ação evoluiu sem maiores sobressaltos. Mas, em 2018, a contratação de Cristiano Ronaldo provocou uma forte alta: o título passou de € 0,6 (R$ 2,65) em maio a € 1,8 (R$ 7,95) durante a sessão de 20 de setembro do ano passado.

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