16 aeroportos continuam sem combustível neste sábado; veja lista

Ao menos 16 aeroportos do Brasil estão sem combustível –15 da Infraero e o de Brasília. Passageiros devem confirmar com a companhia aérea para confirmar os respectivos voos.

Esses aeroportos permanecem funcionando, mas os aviões só têm autorização para pousar se tiverem combustível suficiente para seguir viagem sem necessidade de reabastecimento.

O combustível não chegou aos aeroportos por causa da greve dos caminhoneiros que obstruem rodovias em todo país há seis dias. Nesta sexta-feira (25), o presidente Michel Temer determinou o emprego de forças federais para desobstruir as rodovias.

Aeroportos sem combustível até o momento

Aeroporto com possibilidade de esgotamento de combustível

  • Navegantes (SC)
  • Viracopos (SP)
  • Confins

A Infraero recomenda às empresas aéreas que verifiquem a disponibilidade de combustível nos aeroportos antes de fazer a viagem. Também recomenda aos passageiros que procurem suas companhias para consultar a situação de seus voos.

A estatal informa, ainda, que aguarda a chegada de carretas de combustível.

Nesta sexta-feira (25), 10 aeroportos administrados pela estatal já estavam sem combustível.

O aeroporto de Brasília também continua sem combustível, de acordo com a Inframerica, empresa que administra o terminal. Confins está com combustível mínimo, segundo a concessionária BH Airport.

Não houve registro de chegada de caminhões de abastecimento no terminal brasiliense até as 7h deste sábado (26). Por isso, 40 voos foram cancelados até as 9h – nove que vinham para a capital e 31 que sairiam do DF.

Devido ao estado crítico do aeroporto, só estão autorizadas a pousar no DF as aeronaves com combustível suficiente para decolar de volta.

Desabastecimento

Ainda na noite desta sexta foi publicado em edição extra do “Diário Oficial da União”, o decreto do governo federal que autoriza o uso das Forças Armadas em todo o território nacional, para desobstrução de vias públicas federais.

Logo após a assiantura do decreto, o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, afirmou que a prioridade das Forças Armadas nas ações relacionadas à greve dos caminhoneiros serão as refinarias e os aeroportos.

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